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31/10/07
Ratomania está em alta. Saiba porquê!
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27/10/07
Dragões não chutarão bolas para fora.E os outros clubes?
É que segundo as leis da UEFA, só ao árbitro compete decidir se o atleta caído, precisa ou não de assistência, e nesse caso se deve ou não suspender a partida.
Sabem o que me parece? É que ele tem razão. Todas as semanas vejo partidas de futebol, em que os jogadores do clube que está a beneficiar do resultado que lhe interessa, à mínima coisa, atiram-se para o relvado(neste Blog, escrevi há tempos um "post" sobre este tema), e a outra equipa a quem interessa modificar o resultado, vê-se na obrigação(?), em nome do "fair play", de chutar a bola pela linha lateral. Prejudicando-se, pois justamente quando iniciava um jogada de ataque. é interrompido o jogo porque a outra equipa está a fazer anti-jogo.
Os atletas, estão a usar e abusar deste subterfúgio, como forma de interromper o ataque da equipa adversária. Além disso prejudica o espectáculo.
O árbitro é que deve decidir, mas já agora, que vá mais longe, e devia punir, aquela "dança", do agarra- foge- agarra, que costuma ter lugar na grande área, quando da marcação de pontapés de canto.
O que seria do mundo do trabalho, se todos os profissionais, nas empresas, se comportassem
com a mesma falta de ética de alguns profissionais da bola?
José
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23/10/07
21/10/07
O pulha não aparece só na nossa adolescência
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14/10/07
O futuro começa hoje. Pense nisso.
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19/09/07
Ratos já temos muitos.
O Caça Ratos está a pensar seriamente em mudar-se para a fronteira, não para os caçar, pois são ratos que nunca mais acabam, mas para montar escritório de aconselhamento.
Dizer-lhes que tenham juízo, pensem melhor, que não se toma uma decisão destas de ânimo leve,que não se deixem levar pelas aparências, somos pequenos mas temos muito mau feitio.
Mas Caça Ratos se calhar vai chegar atrasado. Os ratos autóctones, que são muito activos, já devem ter enviado uma representação para os convencer que isto não dá para tanto rato.
É bom que os outros fiquem por lá.
José
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30/06/07
Alguns Antigos Pregões da Cidade do Porto
Os pregões do Porto, antigos e já quase todos desaparecidos, davam um sabor popular e musical à cidade. Aqui vão alguns: O das vareiras que apregoavam a sardinha com o habitual «dagora biba!» ou «faneca da linha!».
Das hortaliceiras era: «quem quer pencas ó trinchudas! Merca nabiças ó alhos!».
Outro pregão que se ouvia logo de manhã, era o das galinheiras, que anunciavam assim: «Merca galinhas ó frangos!»
Pela tarde surgiam as vendedeiras de artigos de madeira, apregoados assim: «Ióóórca gamelas, banquinhos, cadeiras, apanhadores, tabuleiras, ó caixões de labááár!».
Havia, ainda, os vendedores de louça de folha, cujo pregão era: «barat´folha! Louça de folha bárát...», (o t mal se ouvia).
E os compradores de ferro velho, cujo pregão era: «quem tem por´i metal, zinco ó chumbo, fatos p´ra vender, calçado velho (suspensão e, depois, num grito forte): Ferro-velho!».
Havia os amoladores de tesouras e navalhas. Tocavam uma gaita com vários sons e diziam: «amolador de tisoiras ó nabalhas! Compor louça ó garda-sóis! Louça fina p´ra compor! Deita gatos!»
Havia um outro pregão, também já desaparecido. «Ióórque munha!» Isto explica-se: De vez em quando, surgia uma mulher a vender produto destinado a encher travesseiros. A «munha» era moínha, isto é, fragmentos de palha que ficavam nas eiras depois da debulha dos cereais.
De manhã, aí por volta das 10 horas, um dos pregões que se ouvia, era o das padeiras que tinham excesso de pão para vender. Então anunciavam: «quem quer pão três im binticinco!» Estes «Binticinco» representavam 25 réis: Cada pão (o molete) custava 10 réis. Três pães seriam 30 réis. Para não ficar com o pão nas canastras, as padeiras vendiam cada três por menos cinco réis do que o seu preço normal.
Hábitos antigos e pitorescos. Agora só no supermercado. «Mudam-se os tempos mudam-se as vontades»
JP
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23/05/07
Bandeira da Ilha de Barbados

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17/05/07
10/05/07
09/05/07
06/05/07
Notas breves da história do Dia da Mãe
Em Roma, num dia do mês de Junho, se homenageava as mães, conduzindo-as ao Templo, onde eram coroadas com rosas.
Nos E.U.A., durante a primeira década do séc. XX, Anna Jarvis, abalada pela morte de sua mãe, empenha-se para que seja generalizado o costume que já existia em Boston e no Kentucky, de todos os anos, haver um dia, em que os filhos dessem testemunho do seu amor filial. A proposta foi aprovada no Senado em 1913.
A ideia foi bem acolhida em outros países, e esse dia passou a ter lugar nos calendários.
Em Portugal coincidia com a festa da Imaculada Conceição (8 de Dezembro). Actualmente o Dia da Mãe festeja-se no 1º domingo do mês de Maio.
J.P.
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26/04/07
Recordar um amigo
Exagerou quando uma tarde em que nos encontramos no escritório, (coisa rara, pois tínhamos horários desencontrados), e nessa ocasião confidenciou-me que se sentia muito só e precisava encontrar uma namorada. E mais uma vez me pediu para o ajudar.
O certo é que me saí bem nessa missão. Pouco tempo depois apresentei-lhe uma jovem de boa família, com a vida estabilizada e solteira. Feita a apresentação,logo apaixonou-se. Mas em vez de marcar um encontro com a jovem,preferiu escrever-lhe uma carta, que antes de a enviar, achou por bem mostrar-me. Na carta dizia o que lhe ia na alma, mas de forma tão desajeitada, que duvidei do sucesso.
Entretanto deixamos de nos ver, pois nessa altura eu já estava num escritório só meu, mas fui tendo notícias do namoro,sempre que Manuel António (nome fictício)tinha angústias e dúvidas que não podia suportar, telefonava-me. Mais de um ano passou, quando me telefonou dizendo que ia casar com a jovem,e eu iria ser o padrinho.
E assim foi. Casaram, fui o padrinho e felizmente resultou bem. Foram felizes,julgo que durante 23 anos, isto é, até ao fim da vida dele. Faleceu há alguns anos, deixando a mulher e dois filhos, com a vida estabilizada..
Hoje ao recordar, senti-me de bem comigo mesmo. Entendo que ser amigo é saber ouvir e se possível ajudar alguém a ultrapassar o seu problema. Julgo que foi o que fiz.
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19/04/07
Futebol doloroso
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03/04/07
Casamento complicado ou talvez não.
O homem mais alto do mundo, um chinês, com 56 anos e 2,36 m de altura, casou-se com uma jovem de 28 anos e 1.68m.
As diferenças são consideráveis, 68 cm no que se refere à altura e 28 anos no que diz respeito á idade.
Fiquei a pensar neste casal. Como vão resolver os problemas que inevitavelmente surgirão?
Quando penso na mobília fico com curiosidade de saber, como vai ser a mesa de refeições, será à medida da jovem? Se assim acontecer consiguirá ele meter as pernas sob a mesa? E se for à medida dele? Terá ela que sentar numa cadeira alta?
E o guarda-roupa, talvez um para cada. E a cama, terá que ter um comprimento de cerca de 2,40m. E o sexo, complicado, não será?
Certamente eles terão pensado em todos estes pormenores. Acabei por resolver as minhas dúvidas, ao lembrar que o amor tudo resolve. Nesta, como em outras circunstâncias, haja amor, que o resto passa para segundo plano. Mesmo que o conhecimento tenha sido por anúncio num jornal, e o casamento levado a efeito dois ou três meses depois, acredito que tenha havido tempo para pensar nestes probleminhas. Mas que não deixa de ser curioso, lá isso não !
JP
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