19/09/07

Ratos já temos muitos.

Você viu aquela notícia, sobre a possibilidade de milhões de ratos passarem do país vizinho para o nosso país ? Os ratos sempre foram tidos como bichos espertos. Saberão eles alguma coisa que a nós escapou? Julgo que não. Aquilo é leviandade.

O Caça Ratos está a pensar seriamente em mudar-se para a fronteira, não para os caçar, pois são ratos que nunca mais acabam, mas para montar escritório de aconselhamento.

Dizer-lhes que tenham juízo, pensem melhor, que não se toma uma decisão destas de ânimo leve,que não se deixem levar pelas aparências, somos pequenos mas temos muito mau feitio.

Mas Caça Ratos se calhar vai chegar atrasado. Os ratos autóctones, que são muito activos, já devem ter enviado uma representação para os convencer que isto não dá para tanto rato.

É bom que os outros fiquem por lá.

José

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30/06/07

Alguns Antigos Pregões da Cidade do Porto

Os pregões do Porto, antigos e já quase todos desaparecidos, davam um sabor popular e musical à cidade. Aqui vão alguns: O das vareiras que apregoavam a sardinha com o habitual «dagora biba!» ou «faneca da linha!».


Das hortaliceiras era: «quem quer pencas ó trinchudas! Merca nabiças ó alhos!».
Outro pregão que se ouvia logo de manhã, era o das galinheiras, que anunciavam assim: «Merca galinhas ó frangos!»


Pela tarde surgiam as vendedeiras de artigos de madeira, apregoados assim: «Ióóórca gamelas, banquinhos, cadeiras, apanhadores, tabuleiras, ó caixões de labááár!».


Havia, ainda, os vendedores de louça de folha, cujo pregão era: «barat´folha! Louça de folha bárát...», (o t mal se ouvia).


E os compradores de ferro velho, cujo pregão era: «quem tem por´i metal, zinco ó chumbo, fatos p´ra vender, calçado velho (suspensão e, depois, num grito forte): Ferro-velho!».


Havia os amoladores de tesouras e navalhas. Tocavam uma gaita com vários sons e diziam: «amolador de tisoiras ó nabalhas! Compor louça ó garda-sóis! Louça fina p´ra compor! Deita gatos!»


Havia um outro pregão, também já desaparecido. «Ióórque munha!» Isto explica-se: De vez em quando, surgia uma mulher a vender produto destinado a encher travesseiros. A «munha» era moínha, isto é, fragmentos de palha que ficavam nas eiras depois da debulha dos cereais.


De manhã, aí por volta das 10 horas, um dos pregões que se ouvia, era o das padeiras que tinham excesso de pão para vender. Então anunciavam: «quem quer pão três im binticinco!» Estes «Binticinco» representavam 25 réis: Cada pão (o molete) custava 10 réis. Três pães seriam 30 réis. Para não ficar com o pão nas canastras, as padeiras vendiam cada três por menos cinco réis do que o seu preço normal.



Hábitos antigos e pitorescos. Agora só no supermercado. «Mudam-se os tempos mudam-se as vontades»
JP



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23/05/07

Dança tradicional das Ilhas Cook


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Bandeira da Ilha de Barbados


Os portugueses chegaram a Barbados em 1563 e passaram a utilizar a ilha como centro de fornecimento do Caribe, no seu caminho para o Brasil.

A foto foi tirada de: http://www.quatrocantos.com

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17/05/07

Sé do Porto e telhados


Sempre belo o Porto antigo.

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Pormenor do edifício da Faculdade de Letras da Universidade do Porto


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10/05/07

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09/05/07

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06/05/07

Notas breves da história do Dia da Mãe

Já na Grécia Antiga há notícia de comemorações em honra das mães durante as festas primaveris, onde se prestava homenagem a Rhea, a mãe dos deuses.
Em Roma, num dia do mês de Junho, se homenageava as mães, conduzindo-as ao Templo, onde eram coroadas com rosas.
Nos E.U.A., durante a primeira década do séc. XX, Anna Jarvis, abalada pela morte de sua mãe, empenha-se para que seja generalizado o costume que já existia em Boston e no Kentucky, de todos os anos, haver um dia, em que os filhos dessem testemunho do seu amor filial. A proposta foi aprovada no Senado em 1913.
A ideia foi bem acolhida em outros países, e esse dia passou a ter lugar nos calendários.
Em Portugal coincidia com a festa da Imaculada Conceição (8 de Dezembro). Actualmente o Dia da Mãe festeja-se no 1º domingo do mês de Maio.

J.P.

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O Caça Ratos







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26/04/07

Recordar um amigo

Hoje, dei por mim a recordar um colega, com o qual compartilhei durante algum tempo um escritório. Bom rapaz, de uma grande timidez, que deixava muitas vezes recados para eu comprar, papel de desenho, tinta, telefonar a alguém, mais isto e mais aquilo. Eu, conforme podia, lá ia dando satisfação a alguns destes pedidos.

Exagerou quando uma tarde em que nos encontramos no escritório, (coisa rara, pois tínhamos horários desencontrados), e nessa ocasião confidenciou-me que se sentia muito só e precisava encontrar uma namorada. E mais uma vez me pediu para o ajudar.
O certo é que me saí bem nessa missão. Pouco tempo depois apresentei-lhe uma jovem de boa família, com a vida estabilizada e solteira. Feita a apresentação,logo apaixonou-se. Mas em vez de marcar um encontro com a jovem,preferiu escrever-lhe uma carta, que antes de a enviar, achou por bem mostrar-me. Na carta dizia o que lhe ia na alma, mas de forma tão desajeitada, que duvidei do sucesso.

Entretanto deixamos de nos ver, pois nessa altura eu já estava num escritório só meu, mas fui tendo notícias do namoro,sempre que Manuel António (nome fictício)tinha angústias e dúvidas que não podia suportar, telefonava-me. Mais de um ano passou, quando me telefonou dizendo que ia casar com a jovem,e eu iria ser o padrinho.

E assim foi. Casaram, fui o padrinho e felizmente resultou bem. Foram felizes,julgo que durante 23 anos, isto é, até ao fim da vida dele. Faleceu há alguns anos, deixando a mulher e dois filhos, com a vida estabilizada..

Hoje ao recordar, senti-me de bem comigo mesmo. Entendo que ser amigo é saber ouvir e se possível ajudar alguém a ultrapassar o seu problema. Julgo que foi o que fiz.

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19/04/07

Futebol doloroso

Futebol
Quando na qualidade de telespectador, vejo um jogo de futebol, fico com imensa pena dos jogadores pelo sofrimento a que eles estão sujeitos. Jogada sim, jogada não, lá estão eles contorcendo-se na relva, com imensas dores. Deve doer mesmo muito, pois ouvem-se os berros a grande distância. Os colegas de equipa, talvez, numa demonstração de solidariedade, fazem gestos frenéticos, pedindo cartão amarelo, ou vermelho, para o causador daquela tragédia.
Felizmente, salvo algumas excepções, há pelo menos dois procedimentos que quase sempre produzem excelentes resultados: um, é quando o árbitro mostra um cartão amarelo, ou vermelho ao adversário. O outro, é aquele milagroso "spray". Estas duas actuações, costumam ser muito eficientes.
Em comparação com o futebol feminino de alta competição, que diferença! Raramente se vê as mesmas situações. As atletas caiem, levantam, e o jogo continua. Não tenho dúvidas, que a mulher tem muita resistência à dor.
Quanto aos futebolistas masculinos, tenho imensa pena deles.
Sofrem tanto! Mas admiro-os, pois sabendo da dureza da profissão, não tiveram dúvidas em escolhê-la.
J.P.

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03/04/07

Casamento complicado ou talvez não.

Notícia no Etcetera, do Jornal de Notícias.

O homem mais alto do mundo, um chinês, com 56 anos e 2,36 m de altura, casou-se com uma jovem de 28 anos e 1.68m.
As diferenças são consideráveis, 68 cm no que se refere à altura e 28 anos no que diz respeito á idade.
Fiquei a pensar neste casal. Como vão resolver os problemas que inevitavelmente surgirão?
Quando penso na mobília fico com curiosidade de saber, como vai ser a mesa de refeições, será à medida da jovem? Se assim acontecer consiguirá ele meter as pernas sob a mesa? E se for à medida dele? Terá ela que sentar numa cadeira alta?
E o guarda-roupa, talvez um para cada. E a cama, terá que ter um comprimento de cerca de 2,40m. E o sexo, complicado, não será?
Certamente eles terão pensado em todos estes pormenores. Acabei por resolver as minhas dúvidas, ao lembrar que o amor tudo resolve. Nesta, como em outras circunstâncias, haja amor, que o resto passa para segundo plano. Mesmo que o conhecimento tenha sido por anúncio num jornal, e o casamento levado a efeito dois ou três meses depois, acredito que tenha havido tempo para pensar nestes probleminhas. Mas que não deixa de ser curioso, lá isso não !

JP

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29/03/07

O CAÇA RATOS

Sempre que se aparece pela primeira vez é suposto haver uma apresentação. Sou estudante e vejo o mundo com imensa curiosidade. Será pois à custa do mundo que alimentarei este espaço.
Nem que seja o meu pequeno mundo, isto é, a família os amigos e até os desconhecidos. Também podem acontecer coisas, que neste momento nem eu sei.

O título do Blogue não tem o significado pejorativo que é costume atribuir - lhe... é que - neste caso- Rato, será tudo o que se move com rapidez, em todas as direcções.As notícias surgem de toda a parte. Só há que procurá-las.
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