Todos temos um amigo que pertence ao tipo de pessoa que quando encontramos na rua, cumprimentamos: - Então, tudo bem? Ele, invariavelmente torce o nariz e responde: - Nem por isso. Ou então: - Já andei melhor. Ou ainda:- Mais ou menos. Ou mesmo: - Assim assim. E começa a contar a história dos problemas de saúde que tem tido nestes últimos meses.
Dez minutos depois ainda continua desfiando "desgraças", que afinal são problemas que toda a gente tem. Mas os dele são sempre piores. Eu detesto este tipo de pessoa porque ele seca o nosso optimismo.
Nós quando o encontramos, até ficamos contentes. Há tanto tempo que o não via! Mas quinze minutos depois, eu pelo menos, já não aguento mais. Eu chamo a essas pessoas os "pessimistas militantes", a vida deles nunca vai bem.
Imagine que eu até já experimentei várias vezes cumprimentar assim: -Você está com óptimo aspecto!
Pensa que isso muda a maneira dele? Pois já me responderam: É, o aspecto até nem está mau,mas isto é só fachada, o pior é o que eu sinto cá dentro. E lá vai a história das preocupações dele. E mais quinze minutos da minha impaciência.
Mas repare que estes encontros não são tão raros assim! Eu sei que eles devem ficar mais aliviados. Mas que eu fico pior, lá isso fico. E a conversa que poderia ter sido agradável, não chega a acontecer.Porque logo que ele pára para respirar, encontro maneira de me despedir.
Afinal o que se há-de fazer, para evitar que estas pessoas sequem a nossa boa disposição?
José
Dez minutos depois ainda continua desfiando "desgraças", que afinal são problemas que toda a gente tem. Mas os dele são sempre piores. Eu detesto este tipo de pessoa porque ele seca o nosso optimismo.
Nós quando o encontramos, até ficamos contentes. Há tanto tempo que o não via! Mas quinze minutos depois, eu pelo menos, já não aguento mais. Eu chamo a essas pessoas os "pessimistas militantes", a vida deles nunca vai bem.
Imagine que eu até já experimentei várias vezes cumprimentar assim: -Você está com óptimo aspecto!
Pensa que isso muda a maneira dele? Pois já me responderam: É, o aspecto até nem está mau,mas isto é só fachada, o pior é o que eu sinto cá dentro. E lá vai a história das preocupações dele. E mais quinze minutos da minha impaciência.
Mas repare que estes encontros não são tão raros assim! Eu sei que eles devem ficar mais aliviados. Mas que eu fico pior, lá isso fico. E a conversa que poderia ter sido agradável, não chega a acontecer.Porque logo que ele pára para respirar, encontro maneira de me despedir.
Afinal o que se há-de fazer, para evitar que estas pessoas sequem a nossa boa disposição?
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